03/05/2010

NUNCA MORRI POR NINGUÉM (Pipoca)


Sinto-me inquieta e analítica,
ensimesmada,
desapontada ...
furiosa,
descrente e impetuosa ...
- porque não?,
possessa, malévola e doente,
porque me dói o peito,
me dói a coerência e a razão ...
Eu,
que nunca morri por ninguém,
desacreditei, questionei
e, depois,
percebi ...

Depois ... desta insanidade a aureolar a consciência da razão, brindo a ti, porque sou impotente ...

TCHIM!... TCHIM!...

Hoje, sabes? não esqueci. Preparei-te um bolo. De chocolate, como tu gostavas.
Depois, enquanto ele refrigerava, sentei-me aqui para levedar esta saudade e, chegada a hora, ergo-te um lírio como uma taça, cheia de memórias e de eflúvios do coração que dizem: estarás sempre aqui!
Um beijo.

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