21/02/2011

Onde estás? (para ti do fundo do meu coração)



(…) Ouço as tuas palavras sussurradas nos meus ouvidos, e não estás aqui, ninguém está aqui a não ser eu e a minha solidão. Ah! Doem-me partes do corpo que eu não sabia ter, a alma fugiu-me e nunca mais a vi. Estou tão nua como uma criança acabada de nascer e erro pelos dias, pelas noites, numa enorme confusão entre memórias do que fomos e o que nunca aconteceu e eu sonhei.
Estou tão cansada…(…)

Luísa Castel-Branco

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