Tudo o que tenho não tem posse:
o rio e suas ocultas fontes,
A nuvem grávida de Novembro,
O desaguar de um rio em tua boca.
Só me pertence o que não abraço.
Eis como ao eterno me condeno:
Amo o que não tem despedida
Mia Couto
Foto desconheço Autor


Eis como ao eterno me condeno:
ResponderEliminarAmo o que não tem despedida
Adoro Mia Couto...
Então, já somos duas...
EliminarObrigada pela visita.
Bj
Um excelente poema do Mia Couto.
ResponderEliminarFizeste uma bela escolha poética.
Boa semana, querida amiga Maria Adelaide.
Beijo.
Boa semana, Nilson! Bj
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