27/11/2015

Não há nome para a tua ausência...

Não há um nome para a tua ausência. Há um muro
que os meus olhos derrubam. Um estranho vinho
que a minha boca recusa. É Outono.
A pouco e pouco despem-se as palavras.


Joaquim Pessoa

1 comentário:

  1. E as palavras se despem neste momento poético! Bj amigo

    ResponderEliminar